sábado, 2 de agosto de 2008

A Maldição de Rgroba

 

As adversidades do momento realmente me forçaram a escrever por aqui novamente. Claro, tantos e tantos dias dividido entre o trabalho e a diversão acabaram realmente por me tomar praticamente todo o tempo disponivel para escrever algumas linhas momentaneas sobre meu cotidiano sem grandes catástrofes pessoais. Na realidade, estou aqui por causa de minha placa de vídeo, uma NVIDIA GeForce 6800 GT, que pifou de vez, creio eu, fazendo com que eu fique impossibilitado de jogar Cabal Online. Essa é a verdade. Aqui estou, exercitando meu português e expondo um pouco mais de mim em cada linha e cada palavra. Acredito eu que minha placa de vídeo pifou devido a maldição lançada por um amigo meu que também joga Cabal online, um advogado maldito conhecido pela alcunha de rgroba. Foi realmente a maldição de Rgroba que agora me impossibilita momentaneamente de jogar. Maldito Rgroba!
A rotina caminha constante, sem atropelos, sem tsunamis de outrora, que me lançavam em correntezas perigosas de sensações e emoções fantásticas. Olhando para trás, vejo o quanto eu fui dominado pelas minhas emoções, meus sentimentos. Hoje eu me sinto vivendo um período light, clean, como diria minha ex-professora de Teoria da Literatura [saudades dela e dos tempos da faculdade], vivendo deliberadamente organizado, um pouco menos do que antes, mas uma organização mais simples e sem stress. Sei que tudo acontece e acontecerá em seu devido tempo e circunstância, e não me abalo por mais quase nada. Algumas vezes, fico receoso que tal situação seja perigosa, essa de não se abalar por nada, pois fica-se a sensação de pura apatia, como se estivesse acomodado, largado em uma rotina a qual já se acostumou.
Não quero me acostumar a rotinas, nem me largar e me acomodar de forma alguma. Quero estar sempre disposto a tocar meus projetos adiante e sentir novos ânimos soprarem diante de mim. Meus livros serão lançados, meus versos serão lidos por muitos, meu site de jogos continuará crescendo cada vez mais, e, quem sabe, eu lance todo o conteúdo deste blog em um livro, cuja leitura será agradável e nostálgica, uma reunião de lembranças marcantes e de versos significativos.
Há males que vêm para o bem. Só espero trocar o quanto antes minha placa de vídeo por uma nova, e resolver de vez esse pequeno contratempo tecológico em minha vida. Enquanto isso, vou escrevendo alguns versos ouvindo algumas canções de Suede. Ou seja, vivendo cada momento e cada segundo. Ah, na foto acima, eu, minha amiga Fatally e meu afilhado Seraph, na rodoviária de Camaçari, momentos antes de voltar para casa.
 
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